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Como decifrar as informações das embalagens de lâmpadas LED
16/7/2019

Não é preciso ser um profissional da área de iluminação para entender o que significam algumas informações constantes nas embalagens das lâmpadas LED.

Para ajudar o público a compreender melhor o que esses dados querem dizer, a Abilumi (Associação Brasileira de Fabricantes e/ou Importadores de Produtos de Iluminação) lança uma nova campanha educativa, que vai ajudar a desvendar as informações das embalagens das lâmpadas.

Confira:

Etiqueta do Inmetro – Desde o dia 17 de janeiro de 2018, todas as lâmpadas LED comercializadas no País precisam ter a certificação do Inmetro, o que significa que o produto passou por testes e segue os padrões de segurança e quesitos técnicos determinados pelo órgão. Evite os produtos que não trazem esta certificação.

Selo Procel – Tem como finalidade ser uma ferramenta simples e eficaz que permite ao consumidor conhecer, entre as lâmpadas LED à disposição no mercado, as mais eficientes e as que consomem menos energia, seguindo índices de consumo e desempenho estabelecidos pela Eletrobras. Contudo, não é obrigatório, o que permite que o produto seja comercializado sem o selo.

Logo do Inmetro – Possuir o logo do Inmetro significa que a lâmpada está em conformidade com os parâmetros técnicos e de segurança estabelecidos pelo Programa de Avaliação da Conformidade, determinado pelo órgão. Ao lado do logo do Inmetro há um número de registro do produto, que pode ser verificado no site do órgão (http://www.inmetro.gov.br/prodcert/produtos/busca.asp).

Fluxo luminoso – Também conhecido como lúmens (lm). Os lúmens(lm) medem a quantidade de luz emitida por uma lâmpada em todas as direções, ou seja, o fluxo luminoso é o quanto uma lâmpada ilumina um ambiente. Quanto maior o número de lúmens, mais luz a lâmpada emite.

Potência − Mais conhecido pelo público em geral como Watt, simplesmente diz respeito ao consumo de energia, não tendo relação com a emissão de luz, como muitos pensam.

Eficiência de uma lâmpada − É a relação do fluxo luminoso com a potência, ou seja, quantos lúmens o produto emite por Watt consumido. Ao substituir uma lâmpada, observe tanto o valor do fluxo luminoso (lúmens), quanto o da potência (Watts), e opte sempre por aquela que consuma menos energia (menos valor de Watts), mas que tenha um maior valor de fluxo luminoso (lúmens), sempre adequada ao tipo de aplicação pretendido.

Vida útil – O tempo (em horas de funcionamento) estimado na embalagem não significa o tempo que a lâmpada LED vai levar para queimar e sim o período que a lâmpada passará a funcionar com mais ou menos 70% da capacidade luminosa original. Alguns fatores não relacionados com a qualidade do produto podem afetar sua durabilidade, como oscilações da rede elétrica ou mau contato no ponto de instalação, temperatura do ambiente ou luminária e umidade.

Garantia – No LED, é mais longa do que as das lâmpadas comuns. Sendo assim, caso o produto pare de funcionar ou tenha a sua eficiência luminosa reduzida dentro do prazo de garantia estipulado pelo fornecedor, configurando um defeito, o consumidor pode solicitar a sua substituição. Porém, para usufruir desse direito é preciso guardar a embalagem e a nota fiscal.

Entenda as equivalências − Uma lâmpada incandescente de 60 W corresponde a uma fluorescente compacta de 15 W, que por sua vez equivale a uma LED de 9 W. Como todas proporcionam fluxo luminoso semelhante, é justamente a menor potência que faz com que as LED tenham a melhor eficiência luminosa.

Tensão – No que se refere à tensão ou voltagem, é possível encontrar no mercado diversas opções, sendo as principais: 12 volts (para luminárias), 127 volts, 220 volts ou bivolt. Por isso, antes de adquirir um modelo, é importante verificar qual é a compatível com o ponto onde será instalada a lâmpada.

Fonte: Procel Info, com informações do DINO

 

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