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Eficiência energética: a AEGEA Saneamento implementa novo sistema integrado de gestão da Viridis
11/6/2018

Em 2017, a Viridis passou a operar no setor de saneamento como aliada da AEGEA para gerenciar e monitorar o consumo relacionado a energia da empresa. A AEGEA gerencia ativos de saneamento através de suas concessionárias em diversos estados do país, atuando em todos os processos do ciclo integral da água – abastecimento, coleta e tratamento de esgoto. Hoje a empresa está presente em 48 municípios, atendendo mais de 5,4 milhões de pessoas em todo o Brasil.

Os sistemas de abastecimento de água e esgotamento sanitário da empresa têm como principal insumo a energia elétrica. Em geral, esses custos representam o segundo maior componente nas operações das empresas de saneamento (em média 20% do custo total de operação desses sistemas). Portanto, ter informações confiáveis e capacidade analítica para a gestão energética é fundamental para que se tenha uma operação eficiente.

A característica de operação com grande dispersão geográfica também demanda uma estrutura de concentração de dados e indicadores bastante robusta para que os projetos de eficiência energética possam ser rastreáveis e replicáveis.

Emerson Rocha, especialista em eficiência e tecnologia da AEGEA, fala sobre os objetivos da empresa ao implantar o sistema na empresa: "Nosso objetivo é ampliar a confiabilidade e padronizar os processos de gestão dos dados energéticos, assim como prover uma ferramenta ágil que permita aumentar a quantidade de projetos de sucesso com foco em eficiência energética. Por isso, a escolha da empresa por um sistema integrado de gestão."

O escopo do projeto de implantação foi desenhado para que o mesmo atenda às necessidades da gestão de custos de energia (gestão de faturas e contratos), automatização e padronização do processo orçamentário, além de atuar como concentrador de medições de campo e gerenciador de indicadores de eficiência da operação.

Os números do relatório divulgado pela AEGEA Saneamento, para o ano de 2017, apontam que os ganhos com o projeto foram de 55% na receita liquida e a redução de consumo unitário de energia foi de 8,9%.

Por Carina Lima

Fonte: ProcelInfo

 

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